Museu da Amazônia, em Manaus, reabrirá 'Casa das Serpentes' para visitação

Foto: Vanessa Gama | Divulgação - Nenhuma violação de direitos autorais pretendida

Foto: Vanessa Gama | Divulgação - Nenhuma violação de direitos autorais pretendida

O Museu da Amazônia (Musa), localizado na Zona Norte de Manaus, reabre a Casa das Serpentes para visitação a partir desta sexta-feira (5). O local, que estava em manutenção, reúne mais de dez espécies de serpentes vivas.

Segundo o Musa, a Casa das Serpentes conta com três famílias de cobras:

  • a família Viperidae, que possui grande importância médica e farmacológica devido aos estudos e aplicações do potente veneno de espécies como a jararaca-da-norte (Bothrops atrox).
  • a família Boidae que é constituída por espécies não peçonhentas e que impressionam pelo tamanho.
  • E a espécie Papa-pinto (Spilatos sulphureus) pertence à família Colubridae: uma cobra verde com comportamento diurno, que costuma receber os visitantes com olhos e postura atentas.

Os animais residem em cativeiro, e além do trabalho de educação ambiental, a finalidade do museu é mantê-las contidas, observando seu comportamento e desenvolvimento.

Os visitantes podem ver o processo alimentação, acasalamento e predação das serpentes, além da coleta de parasitas para observação e pesquisa. Também é possível ver as serpentes trocando de pele, bebendo água, dormindo, ou ativas durante o dia.

Sobre o Musa

O Musa abre diariamente, com exceção das quartas-feiras. Para adentrar no local, o visitante pode optar entre visita com guia (conta com um monitor para conduzir o grupo entre trilhas e exposições), e visita sem guia (a Casa das Serpentes está com uma equipe preparada para tirar todas as dúvidas dos mais curiosos e apresentar a exposição).

As atividades contam com meia--entrada para manauaras, moradores de Manaus, estudantes, professores, idosos acima de 60 anos, acompanhantes de PcD, bombeiros, forças armadas (exército, marinha e aeronáutica) e policiais civis e militares. Crianças até 5 anos e PcD não pagam.